quarta-feira, 27 de junho de 2012

Espaço na mídia


- Hein. Você gostaria que eu gravasse outra coisa no DVD que você pediu? Tem mais espaço, cabe mais coisa nele, o que mais coloco?
- Quero uma dose de paz e desesperança. Se couber no DVD, tudo bem. Se não, me traga apenas em gotas.

Em outra conversa

-Que paz é essa que você procura?
-A paz talvez da alma ou do meu mundo. Se não der uma, que seja a outra. Se der pra ser as duas, estarei pronto para ejacular até morrer.
-Acho você linda ! (Dito com sinceridade)
- Obrigada (Respondida com um sorriso)

Penso: Porque "Obrigada"? A espontaneidade dispensa agradecimentos. Feche os olhos, sinta e tente responder outra coisa. Se ouça. Sentir nada tem haver com educação.
Sou a intransferível morte de Jack.
Em mundo que temos que nos omitir. Nos esconder.

Sei lá...estou querendo te ver...
(Estou com saudade, mas não posso deixar você saber. *posso parecer muito grudento ou meloso)

Humm.... seu carinho me faz tão bem, e de repente você pode fazer parte de mim.

Qual meu nome? (E isso importa?)

Tenho que parecer frio ao telefone.
Esse é o jogo da vida não?


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Como conceber o anarquismo ?

Como explicar anarquismo, para alguém que não concebe a idéia, não entende o ideal , ou não prova de si mesmo, a franca vontade ?
Essa educação determinista ou pré-determinista nos invalida perante a pluralidade de experiências que o mundo e o multiverso nos proporciona.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Assim em uma conversa...

O ambiente cinza, não só me cercou rapidamente, como me contaminou e me consumiu. Meus corpo não aguentava tanto definhamento e se soltou. Depois minha mente. Não pude aguentar mais. Saí do armário. Sou um sonhador e estou mais lúcido que antes, a veia pulsa. O pulso, ainda pulsa


Um crime hoje em dia, deixar o pulso pulsar, sem nenhuma veia mercantil. Deixe-me ser livre mundo, deixe-me correr sem rumo, viver da arte, fazer arte, rasgar as roupas, ajudar quem precisa ou quem desejo, deixe-me ser vivo para ser livre.


Estou tentando reescrever não só a história da minha vida, mas da minha interação com o mundo e das relações inter-humanas.


Quero sorrir num bom dia agradável. E quero que as pessoas sintam isso. Não, não quero o carro do ano, ao invés, uma bicicleta surrada, enferrujada e usada. Quero que as pessoas percebam a infinitude de sentimentos que é cada outra pessoa caminhando por aí, ao invés de outro corpo feito de carne com uma carteira no bolso.


Penso ainda no Exupéry que em meio à guerra não desistiu do pequeno príncipe. 


Considere que já vi muitas morte e fins de vida. Nenhum deles levou o carro ou a casa. Mas nenhum tinha ou viveu um amor para se levar por toda uma vida. Uma mão viva é o que todos queremos quando nos encontramos desesperados no leito branco de hospital.


Tudo que decidi, foi continuar pulsar. Uma pulsão de primavera.
Não sei fazer poesias ou poemas. Apenas vomito que sinto sem escolher as palavras.Tento apenas ser eu e mais ninguém!