quinta-feira, 19 de abril de 2012

Assim em uma conversa...

O ambiente cinza, não só me cercou rapidamente, como me contaminou e me consumiu. Meus corpo não aguentava tanto definhamento e se soltou. Depois minha mente. Não pude aguentar mais. Saí do armário. Sou um sonhador e estou mais lúcido que antes, a veia pulsa. O pulso, ainda pulsa


Um crime hoje em dia, deixar o pulso pulsar, sem nenhuma veia mercantil. Deixe-me ser livre mundo, deixe-me correr sem rumo, viver da arte, fazer arte, rasgar as roupas, ajudar quem precisa ou quem desejo, deixe-me ser vivo para ser livre.


Estou tentando reescrever não só a história da minha vida, mas da minha interação com o mundo e das relações inter-humanas.


Quero sorrir num bom dia agradável. E quero que as pessoas sintam isso. Não, não quero o carro do ano, ao invés, uma bicicleta surrada, enferrujada e usada. Quero que as pessoas percebam a infinitude de sentimentos que é cada outra pessoa caminhando por aí, ao invés de outro corpo feito de carne com uma carteira no bolso.


Penso ainda no Exupéry que em meio à guerra não desistiu do pequeno príncipe. 


Considere que já vi muitas morte e fins de vida. Nenhum deles levou o carro ou a casa. Mas nenhum tinha ou viveu um amor para se levar por toda uma vida. Uma mão viva é o que todos queremos quando nos encontramos desesperados no leito branco de hospital.


Tudo que decidi, foi continuar pulsar. Uma pulsão de primavera.
Não sei fazer poesias ou poemas. Apenas vomito que sinto sem escolher as palavras.Tento apenas ser eu e mais ninguém!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

  • Qual o ser o humano não deseja ser tocado onde lhe é mais fraco? Ou apenas nos enrolamos e fazemos de nossa vida um ETERNO RETORNO? Cultivamos a complexidade de nossas armadilhas para ostentarmos escudos pomposos. Construímos cercas que nos prendem com a desculpa da proteção. Sem ciclos e eternos retornos. Gosto no máximo do espiral, saio da esfera e me lanço ao multiverso. Pois caímos constantemente na construção de nossa própria imagem, que nos esquecemos de gozar. Tocar com um ritmo que intenta ficar e se esvair em desejo. Quero calor à brisa vazia. Quero lábios carnudos à sorrisos sem sal.
  • Nos tornamos seres que preferem ser reconhecidos do que se conhecer. Macacos arrogantes que esqueceram como amar e saborear a vida!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Esqueça a moda, a grana, as suas posses. O que sobra de você? Melhor nem pensar nisso né? Afinal  sistema ainda está de pé, e o mundo vai demorar muito a mudar. Certo?  Errado! O mundo já se levantou. Ou você continua com seu trabalho medíocre e acha que tudo isso que escrevi é uma grande besteira ou está fazendo pose de intelectual e apenas apoia tudo o que digo. Arregace as mangas e se suje de lama é daí que você veio.

domingo, 8 de abril de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

Minha coluna dói como nunca e agora pareço fazer parte de uma estatística idiota, mas real!Tudo vai se transformar!