sexta-feira, 7 de setembro de 2012

E aí você gosta de POP ou POP-ROCK ?

O pop não é uma coisa nem outra. É para a massa ou pro popular, ou seja pra quem não tem tempo de apreciar a música, pra isso que existe o pop. Quando alguém fala pra mim: - "Eu gosto de pop!", eu intimamente penso: ou essa pessoa não sabe, não gosta, ou não entende nada de música. Ou melhor ainda de apreciar a música.

Consigo diferenciar e prestar atenção em cada instrumento na música
O POP. Acho é o Fast-food da música!

Prefiro alguém que diga: Eu gosto de samba
eu gosto de pagode
ou até Funk
ou quem sabe Sertaneja
eles possuem uma preferência
estão decidos.
(Por mais que não concorde com o estilo, eu respeito a escolha)


Sim
mas o pop não é o "resto".
acredito que o pop não é um estilo. Pra falar bem a verdade, ele não surgiu de forma orgânica como os demais estilos. Ele é um produto.

O pop é quase o papa!

sábado, 25 de agosto de 2012

Atingindo o significado do abstrato


No momento em que você põe um rótulo ou nomeia o que você sente, 50 % de todo o valor real da coisa em si desaparece.

-Laurs
Faz algum tempo os outros deixaram de fazer parte de mim!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

(numa conversa qualquer 3)

Viva a arte
tenha amores
pare o mundo
sinta as cores.

-Laurs

Sinapse. Sentindo a possibilidade de felicidade


*Suspiro* Esse fluxo de pensamento misto que coloca nossas mentes num estágio de felicidade, onde um desejo pode ser tão possível quanto o alvorecer diário.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Me perguntaram: Você é solidário?


Quanto à solidariedade...

Na verdade não concebo outra maneira de existência se não esta. (Existe outra maneira de se viver, VIVER realmente?).

Não é apenas a solidariedade, mas além, o autruismo gratuito mesmo. Aos 29 eu me assumi. Estou
assumido. Anarquismo sim. Cansei-me, joguei-me nos braços no anarquismo. Ele, sim, foi mais que uma catarse positivista pra mim. Foi o sonho que sempre esperei pousar em meus ombros, sob a céu estrelado enquanto vestia meu pijama aos 8 anos à janela.

O anarquismo é o primeiro verbo não-falado de um bebê. É o comum distribuido entre uma sociedade de surdos e mudos.  É a pergunta ingênua e verdadeira de uma criança em saber o “porquê” das coisas. Logo após esse momento a criança catequizada em nós é forçada a criar e repassar às mentiras contadas à nós mesmos. Nos iludimos que a vida é longa. Mas só nós nos arrependemos de tudo que não ensinamos e não fizemos ao fim desta.