segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
Atingindo o significado do abstrato
No momento em que você põe um rótulo ou nomeia o que você sente, 50 % de todo o valor real da coisa em si desaparece.
-Laurs
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Sinapse. Sentindo a possibilidade de felicidade
*Suspiro* Esse fluxo de pensamento misto que coloca nossas mentes num estágio de felicidade, onde um desejo pode ser tão possível quanto o alvorecer diário.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Me perguntaram: Você é solidário?
Quanto à solidariedade...
Na verdade não concebo outra maneira de existência se não
esta. (Existe outra maneira de se viver, VIVER realmente?).
Não é apenas a solidariedade, mas além, o autruismo gratuito mesmo. Aos 29 eu me assumi. Estou
assumido. Anarquismo sim. Cansei-me, joguei-me nos braços no anarquismo. Ele, sim, foi mais que uma catarse positivista pra mim. Foi o sonho que sempre esperei pousar em meus ombros, sob a céu estrelado enquanto vestia meu pijama aos 8 anos à janela.
O anarquismo é o primeiro verbo não-falado de um bebê. É o comum distribuido entre uma sociedade de surdos e mudos. É a pergunta ingênua e verdadeira de uma criança em saber o “porquê” das coisas. Logo após esse momento a criança catequizada em nós é forçada a criar e repassar às mentiras contadas à nós mesmos. Nos iludimos que a vida é longa. Mas só nós nos arrependemos de tudo que não ensinamos e não fizemos ao fim desta.
Não é apenas a solidariedade, mas além, o autruismo gratuito mesmo. Aos 29 eu me assumi. Estou
assumido. Anarquismo sim. Cansei-me, joguei-me nos braços no anarquismo. Ele, sim, foi mais que uma catarse positivista pra mim. Foi o sonho que sempre esperei pousar em meus ombros, sob a céu estrelado enquanto vestia meu pijama aos 8 anos à janela.
O anarquismo é o primeiro verbo não-falado de um bebê. É o comum distribuido entre uma sociedade de surdos e mudos. É a pergunta ingênua e verdadeira de uma criança em saber o “porquê” das coisas. Logo após esse momento a criança catequizada em nós é forçada a criar e repassar às mentiras contadas à nós mesmos. Nos iludimos que a vida é longa. Mas só nós nos arrependemos de tudo que não ensinamos e não fizemos ao fim desta.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Logo após acordar. Ou remela nos olhos.
Se ninguém veio, ninguém vai.
Sonhei , que estava fugindo de policiais
Sonhei que me apaixonava por uma pessoa que só tinha me visto uma vez
na vida. Sonhei que lutava e brigava num estacionamento onde punhos e rostos de
arrastavam no asfalto. Eu a queria amar, mas ela estava de partida para São
Miguel..
Sonhei que estava bem.
Abri os olhos
Acordei em uma cama de cochão de algodão cru e exatamente macio.
Dobrei a coluna e sentei.
Os olhos, ainda ofuscados pela realidade, viam minhas próprias mãos
indefesas e lindas. Mãos rendidas que não queriam nada além de usufruir da bela
existência. Ainda estou com o gosto dos sonhos em minha boca, estou com a
sinestesia sem sentido em minha cabeça, e a liberdade mais leve em minha mente.
Tá explicado porque não lembramos bem dos sonhos: seria macular o
sublime estado do corpo e alma.
Tá explicado porque tenho dormido muito. Porque tenho preferido os
sonhos.
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