Um sujeito:
Não
quero parecer duro, muito menos ofensivo, mas sua visão, Luis, me soa
romantizada. A ganância e a autoindulgência através do consumo são
problemas humanos, e não de algum inimigo invisível, como nessa crítica ao capitalismo, que já dá sinais de caduquice.
Quem
seria louco de dizer que se ninguém clamasse propriedade para si e
pensasse que o excedente de sua produção serve para beneficiar todos aos
seu redor, a vida não seria melhor?
Mas essa mudança você atingiu em você. Parabéns. Passou para os seus filhos? Excelente. Para os seus associados? Nota 10.
Eu
exercito meu desapego, mas minha consciência me diz que a mudança geral
só pode vir através da visualização do meu exemplo, isso se eu
conseguir em mim. É um processo lento, mas não acredito em atalhos, como
esse de que derrubando a peça "capitalismo" vai gerar um efeito em
cascata que transformará a Babilônia em Céu.
Eu:
Que
é isso meu caro Fulano! que nada, nada duro! Graças a Eros somos
romantizados, afinal já viu algum revolucionário cientista, artista ou
político que fizesse história e fosse moderado? Bem eu nunca! A história
é feita de atitudes. E não de esperança! Enfim então façamos o favor,
vamos rasgar os livros de cultura alternativa, de sustentabilidade e de
planejamento direfenciado! Vamos então gritar baixinho! Vamos abraçar
sim o capitalismo e acreditar que as mudanças dentro desse terreno são
possíveis! Bem vamos ejacular pouquinho!! Pois a escola positivista
ainda esta ái, doutrinando alguns acadêmicos para a parcimônia eterna!. A
final o único momento que é socialmente aceitável que gritemos é quando
nosso time faz gol né?
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